O Corpo Humano

The Human Body

 

 

 

The Human Body

O Corpo Humano

 

 

The human lungs

Pulmões Humanos

Respiração: Plenos pulmões
É como o piscar de olhos: não damos por isso. Mas a verdade é que, em cada minuto, inspiramos cerca de 16 vezes.


A respiração é inevitável à vida, já que o oxigénio é necessário à maioria das reacções bioquímicas que mantêm o organismo a funcionar.

Tal como outros processos no nosso organismo, que asseguram a sobrevivência, a respiração e o acto de respirar é fundamental para a vida. O ar entra nos pulmões através da inspiração, a qual acontece a uma média de 16 vezes por minuto.

Cada vez que inspiramos, dá-se a penetração de 0,5 l de ar, que contém cerca de 100 ml de oxigénio. Mas o ar atravessa, primeiro, as fossas nasais, a faringe, a laringe, a traqueia e os brônquios. Só depois atinge os alvéolos pulmonares (perto de 300 milhões em cada pulmão), onde ocorrem as trocas gasosas entre o oxigénio inspirado com o ar e o dióxido de carbono acumulado no sangue. O primeiro substitui o segundo na hemoglobina dos glóbulos vermelhos e a circulação de sangue condu-lo, depois, até às células dos tecidos. É então que o oxigénio intervém em múltiplos processos bioquímicos, os quais são acompanhados pela produção de um desperdício: o dióxido de carbono, que o sangue venoso conduzirá até aos pulmões para ser finalmente exalado através da expiração.

Resultado da engenharia que o corpo do ser humano apresenta, a respiração tem um percurso definido e assegurado pelo organismo, mas alguns factores exteriores ameaçam este processo fundamental para estar vivo.
É o caso da poluição. De facto, os produtos tóxicos que existem na atmosfera são inspirados tal qual o mais puro dos ares, agredindo assim os pulmões, já por si sujeitos a enfermidades, algumas mortais. De facto, a poluição atmosférica pode conduzir à alteração climática. Os poluentes, por seu lado, interagem com a atmosfera através de complexas reacções químicas, de que resultam substâncias capazes de provocarem reacções adversas no homem.
Portugal também tem responsabilidades por cumprir em matéria ambiental, já que, segundo um estudo da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova, a indústria e a agricultura registaram, em 2000, um crescimento na ordem dos 38 por cento de emissão de dióxido de carbono (CO2), em relação à década anterior.
Isto mesmo após ter ficado definido, em 1998, que a produção de CO2 em Portugal apenas poderia crescer 40 por cento até 2010. Limites importantes, os quais foram garantidos, em 1997, por 38 países industrializados que se comprometeram a reduzir as emissões de poluentes 5,2%, até 2012, durante a Conferência de Kyoto, a Segunda desde o histórico passo da Conferência do Rio de Janeiro (1992).

E se a consciência empresarial tem levado à redução de emissão de poluentes para a atmosfera - às vezes imposta pela lei - o homem continua a assegurar um vício que é também, para as vias respiratórias, um autêntico veneno: o tabaco.
Isto porque, tanto a laringe como os brônquios, são zonas onde pode existir cancro. Como certos produtos de combustão do tabaco são cancerígenos - o fumo do tabaco contém 4000 produtos químicos, dos quais cerca de 40 são carcinogénios respiratórios - os fumadores estão muito mais sujeitos a morrer com esta doença, sensivelmente o dobro de hipóteses do que os não fumadores.

Já em relação ao cancro do pulmão, os números são assustadores: o tabagismo é responsável por 80 a 90% dos casos. Existe ainda uma relação directa entre o número de cigarros fumados por dia e o risco de se desenvolver cancro do pulmão, cuja incidência também depende da duração do hábito de fumar.
O fumo favorece ainda a bronquite crónica e o enfisema, além de pôr em risco a saúde de quem, não fumando, está sujeito a receber o fumo do fumador. São os fumadores passivos.

 

 

Did you know ?

We take in about 20,000 breaths

a day .An adults lungs hold 5 litre

 

The Lungs

Os Pulmões

 

Though the right lung has three lobes, the left lung, with a cleft to accommodate the heart, has only two. The two branches of the trachea, called bronchi, subdivide within the lobes into smaller and smaller air vessels. They terminate in alveoli, tiny air sacs surrounded by capillaries. When the alveoli inflate with inhaled air, oxygen diffuses into the blood in the capillaries to be pumped by the heart to the tissues of the body, and carbon dioxide diffuses out of the blood into the lungs, where it is exhaled.

 

 

Did you know ?

You have two lungs one on each

side of your chest. You can feel

them fill with air as you breath in.

 

 

 

Structure of the eye

Estructura do olho

 

A importância da visão na relação do ser humano com o mundo que o rodeia é de tal forma evidente que quase não seria necessário estar a referi-la. Contudo, alguns dados ajudam a consolidar esta ideia. A retina, que é a membrana sensível do olho onde as imagens são focadas, admite-se que seja constituída por cerca de 125 milhões células receptores da luz. Cada receptor liga-se a uma célula nervosa (neurónio) que por sua vez se agrupam de uma forma especial para formar o nervo óptico que transporta a informação visual ao cérebro (cortex visual). Admite-se por isso que de toda a informação que o ser humano capta do exterior e que é transportada pelos neurónios até ao cérebro (ex.: frio, calor, tacto, visão, audição, etc) cerca de metade corresponderá a informação visual. Por isso, não é de admirar a forma como todo o mundo exterior se estrutura, privilegiando a visão como o principal sentido que faz a interacção entre o mundo exterior e o ser humano. Os exemplos estão por todo o lado: andamos na rua e as placas e tabuletas são os nossos guias, mas para isso temos que as ver e as ler; numa loja os preços e informações sobre os produtos são afixados, temos que os ver; nas escolas, nos postos de trabalhos, nos museus, por todo o lado quase tudo pressupõe que possamos ver os conteúdos e as informações. Sendo assim é natural que a visão, ou a falta dela, seja um assunto tão valorizado pela grande maioria das pessoas. 

Por que é alguns de nós não podem então usufruir plenamente da visão?
Que causas estão subjacentes à cegueira ou à visão muito limitada?

Como facilmente se imagina seria impossível num pequeno texto responder completamente a estas questões contudo, podemos estruturar algumas ideias inerentes à falência ou falta de visão.

Recorrendo a uma linguagem acessível, talvez seja útil tentar perceber como se organiza a fisiologia da visão. Para ter uma boa visão, o ser humano necessita que ocorram duas etapas essenciais. A primeira, puramente física, corresponde à focagem na retina da imagem a ver; este fenómeno é possível pois o olho (à semelhança de uma câmara fotográfica) tem um sofisticado sistema de lentes que vai permitir que a imagem exterior se reproduza focada na retina. A segunda etapa, de âmbito electrofisiológico, corresponde à transformação da imagem em impulsos eléctricos que viajam pelo nervo óptico e depois pelo cérebro até à denominada “área da visão”, o cortex visual, que se situa na região mais posterior do cérebro humano. É nesta segunda fase que tomamos consciência da imagem visível! Portanto, uma boa visão implica necessariamente que ambas as etapas decorram sem alterações. Sendo assim, os distúrbios da visão podem ter origem em disfunções de uma ou de outra das etapas descritas.

Quando existe uma disfunção no transporte da informação visual da retina até ao cortex visual (a segunda etapa), diz-se que a doença é do foro neurológico ou neuro-oftalmológico. São incontáveis as causas, mas podemos sistematizá-las em patologias congénitas (à nascença) e patologias adquiridas. Citam-se algumas das mais prevalentes: a lesão do nervo óptico por traumatismos, os tumores do nervo óptico (ou da vizinhança dele), outros tumores cerebrais, os acidentes vasculares cerebrais (“tromboses”), as doenças degenerativas ou desmielinizantes do cérebro (ex.: esclerose múltipla), as doenças inflamatórias do nervo óptico (nevrites) e mesmo as doenças do foro psiquiátrico. Habitualmente estas doenças têm um prognóstico reservado no respeitante à visão.

Quando a disfunção visual tem origem no impedimento da formação de uma imagem focada na retina (a primeira etapa), o distúrbio é do foro oftalmológico. Também neste grupo de patologias podemos incluir um número muito elevado de doenças. Contudo podemos sistematiza-las tendo em conta a anatomia do olho. Apenas será possível falar das mais prevalentes. 

Assim, logo à partida, a transparência da córnea pode estar comprometida; são disso exemplos o tracoma (ainda muito comum no continente Africano) e as máculas cicatriciais da córnea, sequelas de traumatismos, queimaduras ou mesmo infecções por vírus, bactérias ou parasitas (ex.: herpes vírus).

Em relação ao cristalino (lente interna do olho), a patologia mais prevalente é a catarata. A catarata é uma doença potencialmente grave contudo, hoje em dia, é curável se se actuar atempadamente. Actualmente a alta tecnologia associada à medicina possibilita que a catarata seja operada sob anestesia local, eventualmente sem internamento, e com uma recuperação imediata da visão (sem pensos após a cirurgia); a técnica é mínimo invasiva e denomina-se facoemulsificação.

A retina é também a sede de inúmeras patologias com prognóstico reservado para a visão. Os exemplo mais prevalentes são: o descolamento da retina que é uma situação que habitualmente requer um tratamento cirúrgico a muito curto prazo. A degenerescência macular ligada à idade que provavelmente é a causa mais frequente de cegueira no mundo ocidental e que corresponde a uma degenerescência das células da retina que são responsáveis pela captação da luz (os fotoreceptores). Ainda devemos citar os buracos maculares e as membranas epiretinianas que sendo patologias distintas promovem a alteração ou destruição da região mais nobre da retina, a mácula.

O glaucoma é uma doença grave que promove a destruição irreversível do nervo óptico. Corresponde a um aumento da pressão que existe dentro do olho e que ultrapassa os valores “suportáveis” pelos neurónios do nervo óptico. Tal acontecendo provoca que aquelas células comecem a morrer progressivamente. Como consequência o campo de visão começa a diminuir até atingir a região mais central da visão. Nos estadios pré terminais os doentes apenas têm visão numa pequena área central do campo visual (como se vissem ”pelo buraco de uma fechadura”), estando o restante campo de visão cego. Felizmente, hoje em dia, a maior parte dos doentes não chegam a este estado pois o diagnóstico precoce efectuado pela perimetria computorizada e o arsenal terapêutico disponível (novos medicamentos e novas técnicas cirúrgicas) vieram alterar o prognóstico desta situação. Contudo duas questões ainda se levantam. A primeira tem a ver com o facto de o glaucoma ser uma doença muito silenciosa e por isso muito traiçoeira, isto é, quando os sintomas são percebidos pelos doentes já a doença está num estadio muito evoluído. Daí, o acompanhamento regular por um oftalmologista torna-se manifestamente vital e uma regra importante de saúde pública. A segunda questão tem a ver com o facto de existirem certas formas de glaucoma cujo o tratamento é ainda pouco eficaz. Estas formas de glaucoma são menos frequentes e correspondem ao glaucoma agudo se não for tratado nas primeiras horas, o glaucoma congénito (à nascença), o glaucoma de baixa pressão e o glaucoma secundário a determinadas doenças principais (ex.: exoftalmias, etc). 

Do grupo das doenças oftalmológicas que têm um elevado potencial de diminuição grave da visão ainda é obrigatório falar da Diabetes pois a prevalência é muito elevada no mundo ocidental. Por exemplo em Portugal estima-se que existam cerca de 5% da população afectada (cerca de 500 000 pessoas). Destas, uma elevada percentagem acaba por sofrer de diabetes ocular cuja retinopatia pode levar à cegueira irreversível se não for atempadamente tratada. A retinopatia diabética é também uma situação muito “traiçoeira” pois os doentes podem ter um excelente controlo da glicémia (açúcar no sangue) mas, apesar disso, a doença oftalmológica progredir inexoravelmente. Se se investir num diagnóstico precoce, numa vigilância oftalmológica assídua e num tratamento adequado o prognóstico torna-se menos dramático do que aquele que hoje em dia ainda nos habituamos a encontrar numa elevada percentagem da população diabética.
Outras doenças sistémicas podem atingir gravemente a visão contudo são menos frequentes. Citam-se alguns exemplos: determinados grupos de doenças auto imunes (Lupus, artrite reumatide, etc), de doenças infecciosas (tuberculose, SIDA, toxoplasmose, etc) ou mesmo tóxicas (medicamentos, alimentos, poluentes, etc)

Para finalizar é fundamental falar de ambliopia. Esta palavra descreve uma situação em que a função visual está deprimida, desde formas ligeiras até situações que estão na vizinhança da cegueira. Existem várias causas subjacentes à ambliopia mas as principais são os estrabismos, as anisometropias (grandes diferenças de graduação de um olho para o outro) e a perda da transparência dos meios internos dos olhos por patologia que ocorra até aos 5 ou 6 anos de idade. 
Em relação aos estrabismos acontece que a visão do olho que desvia (“torto”) começa a ser neutralizado pelo cérebro da criança e, se não for implementado o tratamento adequado e atempado, essa neutralização da função visual torna-se definitiva e irreversível.
No caso das anisometropias acontece que um dos olhos tem uma refracção (graduação) muito superior ao olho dominante. Neste caso esse olho provoca uma visão desfocada e, se não for atempadamente detectado e corrigido, o cérebro da criança vai também dar origem a uma neutralização irreversível da visão proveniente do olho “doente”.
Finalmente, a existência de doenças que alterem a transparência dos meios internos dos olhos das crianças (ex.: catarata congénita) têm como consequência a cessação precoce da evolução da função visual (ambliopia). Mais tarde, mesmo que estas situações se tratem do ponto de vista anatómico (por exemplo removendo a catarata) o olho não tem qualquer viabilidade funcional pois a visão (a parte cerebral) nunca chegou a desenvolver-se. A actuação precoce é ainda a única forma que pode trazer alguma esperança nestas situações

Armando Garcia
Médico Especialista em Oftalmologia
Assistente Convidado da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa
 

 

The nerve signals that pass to the brain. A mesh of blood vessels, the choroid, supplies the retina with oxygen and sugar. Left: Lacrimal entering the eye is controlled by the pupil, which dilates and contracts accordingly. The cornea and lens, whose shape is adjusted by the ciliary body, focus the light on t retina, where receptors glands secrete tears that wash foreign bodies out of the eye and keep the tube from drying out. Blinking compresses and releases the lacrimal sac, creating a suction that pulls

 

 

 

Did you know ?

The iris is the colour part of

the eye .The most common

colour is brown then blue.

 

 

The kidneys

Os Rins

 

O que se deve fazer para que os rins funcionem bem?

Existem determinados problemas no funcionamento dos rins que não podemos controlar. No entanto, ao respeitar certas regras, poderemos prevenir o aparecimento de algumas doenças e auxiliar o bom funcionamento destes órgãos. Devemos, então:

 

. Beber muitos líquidos diariamente (cerca de 2 litros de água por dia facilitam o funcionamento dos rins);

. Evitar bebidas alcoólicas;

. Evitar alimentos muito condimentados;

. Fazer uma alimentação cuidada, evitando o excesso de carne, salgados e doces, pois os rins não têm a capacidade de eliminar todos os resíduos que resultam desses excessos.

VHL nos rins

Os rins são órgãos de cerca de 12 cm de comprimento na cavidade abdominal (Figura 7). A VHL nos rins pode causar quistos ou tumores. É comum na população adulta em geral surgir ocasionalmente um quisto nos rins. Na VHL os quistos surgem normalmente múltiplos, mas a sua presença (seja um ou mais) não significa um problema em si mesmo. Podem também formar-se tumores nos rins, chamados hipernefroma ou carcinoma de células renais (RCC).

Genericamente não existem sinais físicos específicos que permitam adivinhar os problemas por antecipação. É criticamente importante começar a vigiar os rins muito antes de haver sintomas físicos óbvios porque os rins continuam a funcionar enquanto já se estão a processar essas alterações estruturais, sem sintomas físicos.

Pense na questão como se tivesse uma verruga na pele, com a diferença que não é possível ver quando está a crescer. Enquanto se mantém muito pequena, não há razão para alarme; mas se começa a crescer ou muda de características de forma suspeita, então o médico indicará quando deve ser removida.

De modo similar, se um tumor no rim é já bastante grande quando se detecta, se sofre alterações de forma, ou se o tamanho ou padrão de crescimento se tornam suspeitos, o médico recomendará a sua remoção. No entanto, nem todos os tumores do rim exigem cirurgia imediata; tendo em conta características tais como densidade, tamanho, forma e localização, o médico recomendará um tempo de espera para repetir os exames ou para efectuar a remoção cirúrgica (a remoção do tumor). Comparado com o carcinoma renal esporádico (cancro do rim) que ocorre na população em geral, os tumores de VHL do rim evoluem mais lentamente e de forma menos expansiva. Desde que se saiba que uma pessoa com VHL está em risco de ter RCC, o tumor poderá ser descoberto num estádio muito inicial de crescimento.

As opiniões não são unânimes quanto a saber qual será o momento certo para operar, mas aceita-se genericamente a seguinte aproximação: com VHL, o doente com tumores no rim pode apresentar um quadro típico de uma série de tumores em ambos os rins no decurso de várias décadas. Não seria sensato operar cada pequeno tumor que se forme, porque acarretaria um sem número de cirurgias para a pessoa, e em especial para um pequeno órgão, suportar. O objectivo a prosseguir é manter o rim do doente a funcionar durante toda a vida, restringir o número de intervenções ao mínimo e ainda assim remover os tumores antes que se tornem metastáticos ou invasivos. A parte mais complicada é escolher o momento exacto para operar nem cedo demais, nem tarde demais.

O objectivo é seguir a progressão das células desde um estádio inofensivo acompanhando a sua evolução, detectando o momento antes de se tornarem invasoras. Será como imaginarmos um relvado com ervas daninhas como os dentes-de-leão, que começam por pequenos botões, e evoluem para bonitas flores amarelas, depois brancas, e de um dia para o outro as sementes espalhadas pelo vento cobrirão todo o relvado. Se se cortarem as pequenas flores enquanto amarelas, as sementes ainda não amadureceram e não se espalham. É esse o ponto que se pretende determinar. Os investigadores de cancro definiram também diferentes estádios de maturação para a célula neoplásica antes que atinja o potencial de metastizar.

Seria muito útil se houvesse uma análise simples ao sangue ou à urina para vigiar a progressão da célula, mas ainda não existe essa possibilidade. Porém, a pesquisa clínica já demonstrou que o tamanho dos tumores sólidos é um indicador imperfeito mas relativamente fiável do seu progresso.

As biópsias não são necessárias nestes casos, uma vez que com um diagnóstico de VHL já se sabe o que a sua estrutura encerra quase de certeza. Haverá células cancerosas mesmo nos mais pequenos tumores. A questão que se põe é apenas qual será o seu nível de progressão.

A existência de quistos não é considerada causa suficiente para operar. Haverá uma pequena semente de um tumor na parede do quisto e será importante vigiar o tamanho desse tumor, não do quisto em si mesmo.

As recomendações do Simpósio de Freiburg (1994) indicam que se deve operar apenas quando o maior tumor alcançar os 3 cm de tamanho. Esta recomendação foi verificada por um centro de estudo com o Dr. Andrew Novick (Steinbach, 1995) e todas as equipas mundiais de estudo de VHL concordam com esta linha de acção. Os estudos do Dr. Neumann, na Alemanha (1996), mostram que, entre os doentes por eles estudados, as metástases só surgiam quando os tumores tinham mais de 7 cm de tamanho. Daí que recomende operar quando o maior tumor alcançar os 4 - 5 cm.

Ao vigiar os rins, a equipa médica avaliará se nesse caso são quistos ou tumores sólidos. Serão necessários exames como ecografia, tomografia axial computorizada (TAC) ou ressonância magnética (RM). Os médicos apreciarão a densidade dos tecidos, a posição dos tumores, seu tamanho e progressão de crescimento. Cada um deste métodos de diagnóstico fornece uma informação diferente. Dependendo de onde estão localizados e do passado médico da pessoa, os médicos recomendarão os métodos que possam fornecer a informação mais detalhada com o menor risco.

É importante entender que por maior detalhe que se deseje definir, aquilo que o médico tenta determinar, e no que o próprio doente deve colaborar, é o momento certo para intervir com tratamento. Não hesite em pedir uma segunda opinião. A distinção entre um quisto e um tumor pode ser discutível, dependendo da acuidade da imagem ou da experiência do radiologista em tumores de VHL. A experiência tem demonstrado que mesmo entre especialistas podem surgir diferentes opiniões. É uma área em que a perspectiva de médicos com uma experiência significativa em VHL pode fazer muita diferença. E as películas podem facilmente ser enviadas para consultórios distantes mesmo noutro país.

A decisão de quando operar e qual a extensão da intervenção deve ser tomada pela equipa no seu conjunto, incluindo o doente, com clareza na informação. Todos os pontos de vista, localização do tumor, o estado de saúde do doente e mesmo o seu desejo de se ver livre do tumor devem ser considerados.

Nos casos de remoção do rim já remanescente, deve assegurar-se a possibilidade do doente se tornar num bom candidato a transplante renal. Os tumores de VHL crescem em resultado de defeitos nas células do próprio rim. Uma vez que o novo rim tem a estrutura genética do doador e duas cópias perfeitas do gene VHL, não haverá então risco de futuros tumores de VHL.

 

Kidney

Rim

Approximately one million nephrons (right) compose each bean-shaped kidney (left). The filtration unit of the nephron, called the glomerulus, regulates the concentration within the body of important substances such as potassium, calcium, and hydrogen, and removes substances not produced by the body such as drugs and food additives. The filtrate, urine, leaves the nephron through a long tubule and collecting duct. Chemical signals triggered by the body's need for water and salt cause the walls of the tubule to become more or less permeable to these substances, which are reabsorbed accordingly from the urine.

 

 

Did you know ?

You have two kidneys one on both

sides of your back bone at about

waist level.

 

 

The human heart

O Coração humano

O funcionamento do coração
Setenta vezes por minuto é a frequência normal do coração. No sono pode descer até 40, mas também pode ultrapassar 120 em situações de stress. O controlo é feito através do sistema eléctrico.

O funcionamento da bomba cardíaca baseia-se em ciclos, em que cada ciclo corresponde a um batimento cardíaco. Durante cada ciclo cardíaco, existe uma fase em que vai entrar sangue para o coração (enchimento ou diástole) e depois uma fase em que o sangue é ejectado (expulsão ou sístole).

Esta sucessão sístole/diástole ocorre cerca de 70 vezes por minuto (significando que o coração contrai 70 vezes por minuto ou que a frequência cardíaca é de 70 bpm -  batimentos por minuto). No entanto, cada indivíduo tem uma determinada frequência cardíaca de base.

É importante saber que esta frequência cardíaca varia permanentemente em resposta a múltiplos estímulos, nomeadamente à quantidade de exercício físico que o indivíduo está a fazer (e assim às necessidades de oxigénio que os músculos têm) e a estímulos neurológicos e psicogénicos.

Daí a razão de podermos sentir (e verificar por contagem) que a frequência cardíaca pode aumentar significativamente, mesmo para frequências superiores a 120 bpm em meras situações de stress, mesmo que esse stress não nos pareça particularmente importante (mas que pode estar a incomodar-nos por razões várias).

Pelo contrário, em particular durante a noite, a frequência cardíaca reduz-se, marcadamente, em resposta a outros estímulos relacionados com o sono. É habitual que indivíduos normais tenham frequências cardíacas próximo de 40 bpm durante a noite.

Esta capacidade de aumentar e diminuir a frequência cardíaca (cronotropismo) é uma das formas de utilização da reserva que o coração tem.

Bate com mais força

Este controlo da frequência cardíaca é feito através do sistema eléctrico do coração. Cada vez que o coração contrai, significa que houve um ponto do coração em que se gerou um estímulo eléctrico que depois vai percorrer todo o coração, levando à contracção das suas várias partes para fazer circular o sangue.

Para além desta resposta (maior ou menor frequência de resposta destes estímulos eléctricos), há ainda outro elemento de reserva que resulta do músculo cardíaco (independentemente do número de vezes que contrai) poder contrair com maior ou menor energia. Também esta capacidade (inotropismo) responde a múltiplos estímulos, nomeadamente os psicogénicos, tendo importância também no controlo dos níveis de tensão arterial.

Mais uma vez esta é a causa porque, muitas vezes, quando estamos em stress, para além de sentirmos o coração bater mais rápido, o sentimos também com mais «força», podendo assim ocorrer também uma subida dos níveis de tensão arterial.

Para permitir o movimento de sangue através do coração e esta sucessão de enchimento/esvaziamento (diástole/sístole), o coração dispõe de válvulas que obrigam a que circulação do sangue dos vasos para o coração e do coração, para os vasos, se faça da forma que convém ao organismo.

As alterações no funcionamento destes diferentes elementos (sistema eléctrico do coração, músculo cardíaco, válvulas e sua relação com os vasos sanguíneos) poderão levar ao aparecimento de doenças.
 

 

 

Human Heart

The heart is a dual pump, circulating blood through two separate closed systems. Oxygen-carrying blood leaves the left ventricle through the aorta. It circulates through the body and returns, deoxygenated, to the right auricle via the superior and inferior venae cavae. The right ventricle pumps this blood through the pulmonary artery to the lungs, where it exchanges carbon dioxide for oxygen. Oxygenated blood then returns to the left auricle of the heart, ready for arterial circulation, through the pulmonary veins.

 

 

Structure of the ear

Estructura do ouvido

Designated as outer ear structures are the visible part of the ear, called the auricle, and the waxy, dirt-trapping auditory canal which conveys changes in air pressure and sound waves to the eardrum. The eardrum, or membrane, begins the middle ear, which also comprises the eustachian tube and the three vibrating bones of the ear: malleus, incus, and stapes. The cochlea and semicircular canals make up the inner ear. Information passes from the inner ear to the brain via the auditory nerve.

A figura mostra-nos uma visão sectorial do mecanismo de audição humano. Pode-se dividi-lo em três partes principais: o ouvido externo, o ouvido médio e o ouvido interno. O ouvido externo, característico dos mamíferos, é composto pelo canal auditivo externo e pelo pavilhão auricular, sendo inserido na cabeça através dos músculos auriculares. A sua função primária é a de captação e condução das vibrações sonoras.

Para além da membrana do tímpano está o ouvido médio, formado pela caixa do tímpano, ligada à rinofaringe por um longo canal, a trompa de Eustáquio (de forma a encher a cavidade do ouvido

 

O ouvido está dividido em três partes . O ouvido externo, o ouvido médio e o ouvido interno. O som é reunido e localizado pelo ouvido externo. É transmitido pelo ouvido médio, que ajuda também na protecção do ouvido interno de som excessivo. O ouvido interno detecta o som e transmite-o ao cérebro através do nervo auditivo. A sensibilidade do ouvido tem, à nascença, um alcance de aproximadamente 20000 Hz. Este alcance decresce com a idade.

Quando os seres humanos ouvem um som, ouvem vários factores, todos eles contribuindo para a capacidade de extrair significados do mesmo. Ouvem volume, duração, atenuação, frequência, timbre, brilho, calor, etc. É a relação entre estes factores que permite interpretações sofisticadas tais como a localização de fontes sonoras e a sua identificação. Vários modelos foram propostos para explicar a capacidade do ouvinte de identificar um som, incluindo a criação de um protótipo ou "template", a identificação de atributos, e o uso de sistemas inatos. Nenhum destes modelos isoladamente parece adequado para explicar a capacidade de identificar sons. Muito provavelmente, uma combinação destes e talvez outros factores deva ser utilizada.

A visão sectorial mostra-nos um caracol dividido em três partes pela membrana basilar e a membrana de Reissner. Estes três canais paralelos enrolam-se numa espiral. Num dos lados da membrana basilar está o orgão de Corti, que contem os terminais nervosos sob a forma de pequenos cabelos que se estendem até ao canal da cóclea. Estas terminações nervosas são estimuladas por vibrações do caracol. Quando uma onda sonora atravessa o comprimento longitudinal do caracol, dá-se um movimento relativo entre a membrana basilar e a membrana tectorial que faz com que as células "capilares" estimulem as terminações nervosas.

 

 

O Estômago (Sistema Digestivo)

The Stomach

 

Introdução ao Processo da Nutrição

Uma vez ingerido o alimento, inicia-se uma série de transformações e uma acidentada viagem pelo corpo, até que os nutrientes nele contidos cheguem às células: o seu destino final.

A digestão é o processo mediante o qual os alimentos que ingerimos se decompõem nas suas unidades constituintes, até se obterem elementos simples que sejamos capazes de assimilar.

Os elementos simplificados – os nutrientes – podem ser utilizados como energia ou inserir-se na nossa própria matéria viva, sendo as enzimas digestivas os principais responsáveis do processo da digestão – ao romper as ligações entre os componentes dos alimentos.

 

Digestão na Boca

A digestão começa na boca. Ao mesmo tempo que a mastigação fragmenta o alimento em partes mais pequenas, a saliva envolve-o de forma a torná-lo susceptível de ser atacado pelas secreções do estômago. A saliva contem enzimas como a ptialina (ou amilase salivar), que inicia a transformação dos amidos em monossacáridos, e lisosima – um agente antimicrobiano que destrói parte das bactérias contidas nos alimentos. Para além destes agentes, segrega grandes quantidades de muco, que não apenas auxiliam a conversão do alimento numa massa moldável, como protege as paredes do tubo digestivo.

A temperatura, textura e sabor dos alimentos processam-se de tal maneira que o sistema nervoso central pode adequar as secreções de todos os órgãos implicados na digestão às características concretas de cada alimento.

Não se devem engolir os alimentos enquanto mão estiverem praticamente reduzidos a líquido (mastigando as vezes que seja necessário cada bocado). Como este é o único aspecto que podemos controlar directamente no processo digestivo, devemos aproveitá-lo ao máximo. Basta a mastigação correcta para solucionar grande parte dos problemas digestivos.

 

Digestão no Estômago

A passagem do alimento ao estômago realiza-se através do cárdia – uma válvula que permite a passagem do alimento do esófago para o estômago, mas não no sentido contrário (excepto no vómito, pois quando não é possível levar a cabo adequadamente a digestão estomacal, produz-se um reflexo que abre esta válvula e permite vazar o conteúdo do estômago).

Chegando ao estômago, os alimentos recebem sobre si grandes quantidades de suco gástrico, com suficiente acidez para desnaturalizar as proteínas que ainda não o estejam e matar muitas das bactérias que a lisosima da saliva não conseguiu atacar. Também é segregada a pepsina – a enzima que se encarregará de desmontar as proteínas, já desnaturalizadas nas cadeias curtas dos seus aminoácidos constituintes.

Como a ptialina perde o seu efeito de actuação num meio ácido (como é o caso do estômago), os glúcidos ocupam parte da digestão estomacal. Não quer isto dizer que a digestão dos amidos e açúcares se imobilize conforme se vão misturando com o ácido clorídrico contido no estômago, até que dali saiam, pois quanto mais proteína tenhamos ingerido junto com os amidos, mais ácidos serão os sucos gástricos e menos activas estarão as amilases sobre eles. A digestão no estômago pode durar várias horas, e a temperatura passa dos 40º, pelo que às vezes os açúcares e amidos meio digeridos fermentam, dando lugar aos conhecidos gases que se expulsam pela boca ou passam ao intestino.

Os lípidos passam praticamente inalterados pelo estômago, parecendo não existir nenhuma enzima importante que se ocupe deles. Sem dúvida, os lípidos têm a capacidade de fazer atrasar a digestão dos restantes nutrientes, por envolverem os pequenos fragmentos de alimento e não permitirem que a eles acedam os sucos gástricos e as enzimas.

A absorção de nutrientes através das paredes do estômago é muito limitada, pelo que convém encurtar esta fase da digestão o mais possível se queremos ter acesso rápido aos nutrientes que os alimentos contêm.

Uma vez terminado o trabalho no estômago (ou abandonado por impossibilidade), é despejado o conteúdo – o quimo – no duodeno, em pequenas quantidades, através doutra válvula: o piloro. Ali, continuará a digestão dos elementos que não puderam ser digeridos no estômago, por necessitarem de um meio menos ácido para a sua decomposição (gorduras e glúcidos).

 

Digestão Intestinal

Logo após a entrada no duodeno, o quimo (conteúdo do estômago) é neutralizado pelas secreções alcalinas do pâncreas, que sobre ele são despejadas e o deixam com o grau de acidez necessário para que as diferentes enzimas do intestino delgado atuem sobre ele. O suco pancreático, além de elevada concentração de bicarbonato, contém várias enzimas digestivas, como a potente amilase, que acaba por romper os amidos, a lipase, que separa os triglicéridos em ácidos gordos e glicerina (e se activa pela presença dos sais biliares  e outras enzimas encarregadas de fraccionar as proteínas que não puderam ser digeridas com a pepsina do estômago).

O fígado verte as suas secreções no intestino: a bílis, que se armazena previamente na vesícula biliar, donde é enviada para o intestino segundo se vai necessitando. A bílis contém os sais biliares – poderosos detergentes naturais, que separam as gorduras em pequenas gotas, para que as enzimas do pâncreas possam actuar sobre elas, e servem também como via de excreção de certos materiais que não podem ser expulsos pela urina e devem eliminar-se pelas fezes. Os sais biliares decompõem-se em ácidos biliares, que se recuperam ao ser absorvidos, uma vez que voltam ao fígado, onde são de novo transformados em sais.

Entretanto, o alimento vai avançando pelo intestino e são-lhe adicionadas outras secreções do próprio intestino, como o suco entérico (ou suco intestinal), que contém diversas enzimas encarregadas de acabar a tarefa de romper as moléculas de todos os nutrientes. As mais importantes são as proteases, que actuam sobre as proteínas. Sendo as proteínas os nutrientes mais complexos, são os que necessitam de uma digestão mais complicada e laboriosa.

Ao mesmo tempo que continua a decomposição de todos os nutrientes, os que já alcançaram um tamanho adequado e são de utilidade atravessam a parede intestinal e passam ao sangue. A absorção realiza-se lentamente (na área enrugada do interior do nosso intestino, com cerca de cerca de 150m2), e no final apenas ficam os materiais não digeríveis, junto com a água e os minerais que foram segregados nas diferentes fases do processo digestivo.

Esta mistura passa ao intestino grosso, onde há uma grande quantidade de diversos microorganismos – que constituem a flora intestinal. Estes microorganismos são principalmente bactérias, e segregam enzimas digestivas tão potentes que conseguem atacar os polissacáridos da fibra. Neste processo libertam-se açúcares, que são fermentados por certas bactérias da flora, produzindo pequenas quantidades de ácidos orgânicos que ainda contêm alguma energia. Estes ácidos, junto com a água e os sais minerais, são absorvidos deixando o material mais seco. É o “acabamento final” das fezes, agora já em condições de ser expulsas pelo ânus.

 

Resumo Do Resultado Da Digestão

O resultado da digestão pode resumir-se da seguinte forma:

Glúcidos:

  1. Todos os glúcidos digeríveis foram convertidos em glicose e outros monossacáridos, e passaram ao sangre;

Proteínas:

  1. Fraccionaram-se em aminoácidos, também absorvidos e passados ao sangue.

Lípidos:

  1. Dividiram-se nos seus ácidos gordos e glicerina para atravessar a parede intestinal, isolados ou em forma de sabões ao combinar-se com os sucos pancreático e intestinal. Logo, foram reconstruídos de novo no outro lado da parede intestinal e combinaram-se com proteínas sintetizadas pelo intestino, formando lipoproteínas chamadas quilomícrons. Através do sistema linfático foram transportadas ao coração, donde se verteram na corrente sanguínea para conseguir uma máxima dispersão. Alguns lípidos não seguiram este caminho e passaram directamente aos capilares sanguíneos que irrigam o intestino.

 

 

O Cérebro

The Brain

Your brain includes billions of neurons which are specialised cells, allowing your brain to learn, reason, and remember. Through the activity of neurons, the body responds and adjusts to changes in the environment. Every time you feel something - including the effects of a drug - millions of neurons are "firing" messages to and from one another. These messages consist of chemical and electrical impulses.

Quando a doença se estabelece pode ocorrer fraqueza ou mesmo paralisia de um lado do corpo, paralisia dos músculos faciais (boca torta)ou dificuldade para falar dependendo de qual das áreas acima identificadas for afetada.

É no cérebro que se encontram a Memória, a Razão, a Linguagem, a Emoção, o Discernimento, a Previsão, a Capacidade de fazer Associação, a Consciência, e outras tantas capacidades inatas e apreendidas.

É no lobo parietal do cérebro, por exemplo, que a emoção é integrada à decisão, sem este lobo podemos decidir racionalmente, mas não nos importamos com o resultado, nos tornamos indiferentes.

As cores, como as vemos, e tudo mais que percebemos do ambiente não existem no mundo lá fora. Elas são criadas pelo nosso cérebro de acordo com as leis da física.
O cérebro e os fenômenos mentais são estudados pela Ciência da Cognição.

As regras de funcionamento do cérebro são complexas e pouco conhecidas pelos cientistas. Elas podem ser mais bem percebidas do que realmente explicadas. É o que acontece quando ouvimos música, por exemplo. Ela pode ser apreciada universalmente mesmo por aqueles que não possuem conhecimento teórico sobre música.

As partes mais desenvolvidas, onde há maior metabolismo, no cérebro do homem são diferentes das observadas no cérebro da mulher. Estas diferenças explicam porque enquanto as mulheres argumentam, os homens usam a força; porque as mulheres se recuperam melhor dos danos da fala decorrente da doença cerebrovascular; ou mesmo porque da dificuldade de comunicação entre os dois.

 

 

 

 

 

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